I
– ELIELV – ESCOLA DE LIDERES DA IELV
TEMA: LIDERANÇA COM
EXCELÊNCIA E UNÇÃO
Sub-Tema
4- O Tríplice Relacionamento do Líder; Deus, Família e Liderados.
I RS 17.1-4 `` Então
Elias, o tisbita, que habitava em Gileade, disse a Acabe: Vive o Senhor, Deus
de Israel, em cuja presença estou, que nestes anos não haverá orvalho nem
chuva, senão segundo a minha palavra. 2 Depois veio a Elias a palavra do
Senhor, dizendo: 3 Retira-te daqui, vai para a banda de oriente, e esconde-te
junto ao ribeiro de Querite, que está ao oriente do Jordão. 4 Beberás do
ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem.´´
Mc
1.35-39 `` De madrugada,
ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava. 36
Foram, pois, Simão e seus companheiros procurá-lo; 37 quando o encontraram,
disseram-lhe: Todos te buscam. 38 Respondeu-lhes Jesus: Vamos a outras partes,
às povoações vizinhas, para que eu pregue ali também; pois para isso é que vim.
39 Foi, então, por toda a Galiléia, pregando nas sinagogas deles e expulsando
os demônios.´´
ITm 3.1-5; II Tm 4.9-15
INTRODUÇÃO
1
– RELACIONAMENTO COM DEUS, A BASE DA AUTORIDADE ESPIRITUAL E MINISTERIAL. I RS
17.1-4
1.1 –
A PALAVRA É O ELO E PILAR DO NOSSO RELACIONAMENTO E CONHECIMENTO DE DEUS. V1
Ø A
falta de conhecimento afasta o homem de Deus e trás destruição: Is 1.3; Os 4.6
Ø O
conhecimento da palavra e do poder de Deus são chaves para um ministério
vitorioso. Mt23.29
Ø Conhecimento
de Deus é vida na palavra Irs 18.36
Ø O
líder deve buscar o conhecimento de Deus. Os 6.3
1.2 –
A ORAÇÃO É O SEGUNDO PILAR DO NOSSO RELACIONAMENTO COM DEUS. V1
Ø Elias
tinha vida de oração e por isso exercia autoridade espiritual e profética.
18.41-46
Ø A
oração era a base do ministério de Jesus: Mc 1.35-39; ler Mt 14.22-32
``
22 Logo em seguida obrigou os seus
discípulos a entrar no barco, e passar adiante dele para o outro lado, enquanto
ele despedia as multidões. 23 Tendo-as despedido, subiu ao monte para orar à
parte. Ao anoitecer, estava ali sozinho. 24 Entrementes, o barco já estava
a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.
25 á quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando sobre o mar. 26
Os discípulos, porém, ao vê-lo andando sobre o mar, assustaram-se e disseram: É
um fantasma. E gritaram de medo. 27 Jesus, porém, imediatamente lhes falou,
dizendo: Tende ânimo; sou eu; não temais. 28 Respondeu-lhe Pedro: Senhor! se
és tu, manda-me ir ter contigo sobre as águas. 29 Disse-lhe ele: Vem.
Pedro, descendo do barco, e andando sobre as águas, foi ao encontro de Jesus.
30 Mas, sentindo o vento, teve medo; e, começando a submergir, clamou: Senhor,
salva-me. 31 Imediatamente estendeu Jesus a mão, segurou-o, e disse-lhe:
Homem de pouca fé, por que duvidaste? 32 E logo que subiram para o barco, o
vento cessou.´´
·
Mesmo depois
de um sábado de muitas atividades, Jesus resou tempo para está em
relacionamento com o pai através da oração. Para Jesus a oração era necessária
para um tempo de qualidade e refrigério diante de Deus, depois de um dia de
agitada atividade ministerial
Ø O apostolo
São Paulo como um bom discípulo de Jesus, tinha a oração como base de seu
ministério. At 16.13-18 `` 13 No sábado saímos portas afora para a beira
do rio, onde julgávamos haver um lugar de oração e, sentados, falávamos às
mulheres ali reunidas. 14 E certa mulher chamada Lídia, vendedora de púrpura,
da cidade de Tiatira, e que temia a Deus, nos escutava e o Senhor lhe abriu o
coração para atender às coisas que Paulo dizia. 15 Depois que foi batizada, ela
e a sua casa, rogou-nos, dizendo: Se haveis julgado que eu sou fiel ao Senhor,
entrai em minha casa, e ficai ali. E nos constrangeu a isso. 16 Ora,
aconteceu que quando íamos ao lugar de oração, nos veio ao encontro uma
jovem que tinha um espírito adivinhador, e que, adivinhando, dava grande lucro
a seus senhores. 17 Ela, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: São servos
do Deus Altíssimo estes homens que vos anunciam um caminho de salvação. 18 E
fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao
espírito: Eu te ordeno em nome de Jesus Cristo que saias dela. E na mesma
hora saiu.´´
Ø O individuo que não tem contato pessoal intimo com
Deus, não pode levar o povo de Deus a sua presença.
Ø A oração é um aspecto necessário e indispensável para
o ministério, o obreiro deve está ocupado em oração. At 6.4 `` 4 Mas nós perseveraremos na oração e no ministério
da palavra.´´
Ø O treinamento, as habilidades, métodos e técnicas
administrativas jamais poderão compensar a ausência da oração e sua eficácia no
exercício da obra de Deus.
Ø Muitos de nós tornamos a oração um fardo e a
encaramos como uma pratica difícil para o cotidiano de tantas atividades. Na
verdade orar é batalhar contra as trevas e contra si mesmo, você deve está
decidido a buscar a presença de Deus e investir temo nesse propósito que deve
ser diário na vida de um líder.
Buscar a presença de Deus é uma decisão que deve ser
tomada diariamente, pois raramente você encontrará um momento que lhe convide a
oração.
2
– O
RELACIONAMENTO DO LÍDER COM SUA FAMÍLIAN. I Tm 3.1,2
1.
Exercer o
ministério é um elevado privilégio e para tanto é indispensável que o candidato
preencha todos os requisitos bíblicos e dentre estes está o relacionamento com a família.
2.
A conduta
moral e espiritual do líder deve ser tomada como padrão para o povo de Deus e
para sociedade. E isso começa a partir do seu relacionamento familiar. ICo
11.1; Fp 3.17; I Tss 1.6; II Tss 3.7,9; II Tm 1.13
3.
O Espírito
Santo acentua grandemente a liderança do crente no lar, no casamento e na
família . I Tm 3.2,4,5; Tt 1.6. Isto é, o obreiro deve ser um exemplo para a
família de Deus, especialmente na sua fidelidade a esposa e no cuidado com a
criação dos filhos. Se ele falhar nesses deveres, como é que cuidará da casa de
Deus? Está automaticamente desqualificado para o ministério.
4.
Uma pessoa que
cometeu um pecado moral traindo o cônjuge, poderá ser plenamente perdoado pela
graça de Deus, mas perdeu a qualificação e condição de servir como exemplo
inabalável de perseverança na fé, no amor e na pureza. I Tm 4.11-16; Tt 1.9
2.1
– O EXEMPLO DE
JÓ UM LÍDER INTEGRO E QUE VELAVA PELA FAMÍLIA. Jó 1.1-5
Ø Temos de Deus e desviar-se do mal fundamento de uma
vida irrepreensível e de retidão. Pv 1.7
Ø Sincero – refere-se a integridade moral de Jó e a sua
sincera dedicação a Deus.
Ø Reto – Denota retidão nas palavras, nos pensamentos e
obras
Ø O testemunho de Jó foi autenticado por Deus. V8
Ø Um pai piedoso que tinha zelo pela vida espiritual
dos filhos.
Ø Vivia atento a conduta e modo de vida deles, vivia
interceder pelos filhos
Ø Dedicava tempo e atenção necessária para mantê-los
afastados do pecado.
2.2– O
BOM LÍDER DEDICA SUA VIDA AO FILHOS, COM AMOR COMPASSIVO, MANSIDÃO, BONDADE,
HUMILDADE E PACIÊNCIA. Cl 3.12-14,21 `` 12 Revesti-vos, pois,
como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade,
humildade, mansidão, longanimidade, 13 suportando-vos e perdoando-vos uns aos
outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou,
assim fazei vós também. 14 E, sobre tudo isto, revesti-vos do amor, que é o
vínculo da perfeição. 21 Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não
fiquem desanimados.´´
2.3 – O
LÍDER ENSINA A PALAVRA AOS FILHOS Dt 6.4-7
`` 4 Ouve, ó Israel; o
Senhor nosso Deus é o único Senhor. 5 Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo
o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. 6 E estas
palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; 7 e as ensinarás a teus
filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao
deitar-te e ao levantar-te.´´
Ver
ainda: Pv 3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15,17
Ø
Ensina o
filho a ter vida separada e consagrada a Deus II Co 6.14-7.1 ler
Ø
Mediante
Exemplo e conselhos, o líder deve encorajar seus filhos a uma vida de oração At
6.4; Rm12.12; Ef 6.18; II Tm 3.15
pr. Denilson de Oliveira

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